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Títulos Privados Estão em Alta

Publicado em 22/05/2018 às 14h37

Títulos privados estão em alta, saiba o porquê

Os investimentos no mercado financeiro possuem quedas e altas, de acordo com diversos fatores. As oscilações são bastante comuns nesse setor e, por isso, é necessário estar sempre atento a elas para garantir maiores rentabilidades na sua carteira para alcançar seus objetivos mais facilmente.

 

De maneira geral, a população brasileira investe seu dinheiro em poupança — renda fixa segura, mas não muito rentável —, mas é importante salientar que, nem sempre, esta é uma opção eficiente. Na realidade, trata-se de uma das aplicações menos interessantes, ainda que passe segurança.

 

No entanto, por sorte, neste primeiro semestre de 2018, um investimento um pouco menos comum tem se mostrado atraente para boa parte dos investidores. Da mesma família que a poupança, os títulos privados de renda fixa têm ganhado espaço nas carteiras e, claro, trazido bons resultados a quem deseja retornos garantidos.

 

Os títulos públicos, de certo, ainda compõe uma boa porcentagem das carteiras de fundos de investimento, mas existe um título privado em específico cujo aumento surpreendeu os especialistas: as debêntures. Esses produtos financeiros apresentam alta desde 2017 e, já no primeiro mês de 2018, subiu mais 1,06%; mantidas as perspectivas para esse ano, as debêntures podem ser um dos investimentos mais favoráveis e escolhidos pelas pessoas.

Por que as debêntures estão em alta?

Não é de hoje que esses títulos estão em alta: de maneira geral, desde 2010 estão em ascensão. Mas, é imprescindível se lembrar de que ainda estão aquém do esperado quando se fala em títulos corporativos na composição da carteira — até hoje, como dito anteriormente, os títulos privados detém a maior porcentagem nos fundos de investimentos, com quase 75% das carteiras.

 

As debêntures continuam em crescimento nos fundos, devido ao aumento de emissões de empresas brasileiras no mercado. Hoje, detém cerca de 12 % das carteiras e a expectativa é que se mantenha firme até o fim do ano, por causa dos sinais de estabilidade financeira.

Mas, afinal, o que são debêntures?

Debêntures são títulos privados de renda fixa, ou seja, são gerados por empresas privadas ou bancos. Ou seja, na prática, significa que o investidor, ao optar por um desses títulos, na realidade empresta dinheiro a essa instituição financeira que, na data do vencimento, devolve-o com juros, o que caracteriza a rentabilidade.

 

O rendimento desses títulos está atrelado a um índice de mercado chamado Certificado de Depósito Interbancário. O CDI, como também é conhecido, está ligado à Selic e, por isso, os retornos dependem da taxa básica de juros também.

 

Ao adquirir uma debênture, existe a opção de ser fixa ou variável, definida sempre pelo responsável da emissão. Outro ponto a ser escolhido por ele são as taxas pelas quais ele será remunerado; mas não é válido aumentar ou diminuir muito o preço, é preciso torná-lo o mais interessante possível para os investidores.

 

Um ponto a se destacar também é o tempo de aplicação, com no mínimo dois anos, mas é possível estendê-lo ou definir um prazo maior dependendo dos objetivos e do perfil dos investidores.

Quando as debêntures são mais indicadas?

Por tratar-se uma renda fixa mais arriscada, visto que pode sofrer variações no momento do resgate, é preciso ter cautela no momento de escolhê-la. Objetivos de médio e longo prazos são os mais indicados, pois o resgate ou a venda desses produtos financeiros no mercado secundário pode trazer prejuízos.

 

Uma consideração que deve ser vista nas debêntures, é a não cobertura pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC,) que busca cumprir com algumas obrigações de uma instituição em caso de falência. Os pagamentos se limitam a 1 milhão de reais por CPF, mas não cobrem esses títulos privados de renda fixa, o que aumenta ainda mais o risco de mercado, ou seja, quando os bancos não honram os compromissos.

 

O segredo, no entanto, é aliar as debêntures com outros investimentos menos arriscados, como os títulos públicos, que possuem muito mais segurança por serem do governo. Uma carteira de investimentos bem diversificada é o segredo para garantir maior rentabilidade nas aplicações, sempre com segurança e tranquilidade.

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Publicado em 22/05/2018 às 11h09
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Foleo Vale A Pena

Publicado em 22/05/2018 às 11h08
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